quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Esses dias não tenho lhe encontrado mais a espera do trem, mas sinto falta de nossas conversas, alias, daquele 'tudo bem?' e confidências que só trocamos com quem não conhecemos. Saudade
daquela mania que percebi que você tem, da sua blusa azul com bordados, sem bordados? Enfim. As coisas ainda continuam no mesmo ritmo, estou no mesmo emprego mal remunerado, com o mesmo livro interminado e a vontade dele guardada nos bolsos da calça.
Me diga se soar ingênuo, mas procurei nele indícios de mim, como você havia dito. Era sério, não era? Bom, e por mais inesperado que seja encontrei. Não tive como lhe contar que ele me trouxe em casa um dia desses, procurando as palavras pelos cantos das ruas.
Ahh, passei naquela livraria que me aconselhou, gostei muito. Alias, gostei muito do que vi, os livros, a ausência de alguns na prateleira, as pessoas e os múrmuros que faziam ao sussurrarem pelos cantos, sem querer fazer muito barulho. Estive até pensando no que me disse, sobre publicar alguns de meus textos, sem intenções de estrelato, apenas vontade de dividir pensamentos. Lembra?
Guardei o que me disse. Guardei separadamente dos outros conselhos que ganhei, esses seus até acho que irei usar. ENFIM. Olhe, meu trem. Nos vemos? Espero trombar mais vezes na estação.
Não some.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Sabe quando você não está bem, mas não tem um motivo aparente?! Enfim, meu cabelo não está bom, quero cortar, mas não o quero curto, pintei a unha de vermelho, mas não ficou tão bom, embora tenha errado onde sempre erro, deixando excesso onde sempre deixei. Odiando o silêncio, mas sem querer que nada interrompa meus pensamentos, querendo baixar músicas, mas sem idéias de que bandas baixas (e sempre tem uma banda que eu quero ouvir, mas não consigo me lembrar de nenhuma). Querendo uma tarde no parque, bate e volta na praia, livros novos, uma tatuagem, mas no tornozelo, no ombro ou nas costas? Pensando no curso que nem sei se quero prestar, nas idéias que não defendo mais, na fé que vendia e agora não sei onde comprar.
E todo esse calor? (Sem dispersar) As fotos que não tirei, as pessoas que não conquistei, os shows que não fui, os que não sabia que teriam, até os que nunca pensei em ir.
Momentaneamente me sentindo gorda, feia, burra, desafinada, esquecida, autoritária, alienada, EXAGERADA!
Conclusão: Preciso dormir, um doce, colo, papo de ônibus e todas as coisas que farão mais sentido agora do que amanhã!
x.o.x.o.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Nos enroscamos no começo da manhã e com as mãos frias eu o despi, com leves movimentos desenhando por cima de seus contornos. Minha vontade era de saber mais sobre ele, mais, mais, mas por sua vez ele mantinha segredo sobre seus momentos, contando pouco a pouco, linha por linha. Dizia-me frases com gosto de saudade, de perdas, de segunda-feira todas as manhãs. Nessa manhã Caio e eu.
Devorando o 'O ovo apunhalado' - Caio F.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Você é testemunha que tentei, tentei mais vezes do que pude aguentar.
Ás vezes eu o esquecia em alguma esquina, o deixava sempre ao lado
de algum poste (um ponto de referência), mas depois de um tempo
lá ia eu busca-lo, e ele vinha perguntando onde eu estive nos meus pensamentos.
Uma vez cheguei a deixa-lo fora de minhas idéias por mais de um mês, mas o lugar foi ocupado por um idiota e convenhamos, melhor o garoto da cidade (pequena) do que um idiota. Então eu não me incomodei em tê-lo de volta. Pensei que se ele sempre esteve aqui, sempre, talvez pudéssemos nos ver, um café, um pôr do sol, nada demais. Mas o que me fez pensar que ele apareceria dessa vez? Ele nunca aparece (olhe as pitangas outra vez).
Ótimo, o tempo está ruim mesmo, o que eu faria naquela cidade em uma quinta-feira, dia de bar? Não seja boba, eu não trocaria o cara dos meus pensamentos por ele. O cara que existe aqui ainda me olha diferente, lê Carlos Drummond de Andrade para termos assunto e me liga em madrugadas.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Eu estou com essa necessidade meio estranha de escrever. Veja ás horas, 03:07. Um bom horário para chorar as pitangas. Ora, não me olhe assim, eu sei que você estava assistindo ao noticiário apenas para passar o tempo, me esperando chegar com novidades. Bem, eu tenho algumas.
Sabe, eu passei o caminho todo de volta, que não leva mais do que 25 á 30 min. pensando em motivos afáveis ou não tão afáveis (afinal ele não vai prestar tanta atenção) para telefonar. Acho que se eu ligasse agora ele ainda atenderia, com uma voz de sono, mas aquela voz que eu gosto tanto, meio rouca. Ai, eu estou falando dele denovo e você já está me olhando de canto, como se quisesse dizer: Essa história eu já vi, revi e não gostei do fim. Eu também não gostei, alias, eu odiei. Viu, eu disse que não era tão tarde para as pitangas, uvas, morangos. Lembrei que tem morangos na geladeira, se quiser...tem creme de leite. Bom, eu sei que você adora morangos.
Bem, eu estou meio entristecida. Mas não é entristecida totalmente, apenas uma parcela, 20% vai. Na verdade é uma falta, eu acho que sinto falta da minha rua, nessa época do ano ela está cheia de folhas no chão, enfeites, falta daquele céu, lá o céu é outro, você não sabia. Falta de um punhado de coisas. Algumas fiz questão de esquecer, outras eu bem que queria ter trago, mas não deu.
Tudo bem. É meio contrangedor você me olhando assim, prestando atenção, você nunca presta atenção, e talvez seja por isso que eu goste de lhe contar, você não palpita. Mas hoje você está mesmo ouvindo. Está? Eu sei que está, foi só pra ter certeza. Acho que o telefone não está funcionando. Está quebrado. Melhor, a linha está desligada. Não peguei a conta. O quê? Você pagou? Que saco, eu só queria um motivo idiota para não ligar. Já sei, está tarde. Alias, muito tarde. Eu vou dormir. Vamos? Amanhã conversamos.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Eu vou te dizer o que eu pensei agora:
- Caralho, é a melhor crônica que eu já li em toda a minha vida!
Estou falando de uma crônica do Caio. Chama-se "Mofo". A maioria das frases dele que eu tanto me identifico estão nessa crônica. Tudo que eu consigo pensar é: Eu preciso desse livro.
Sabe, é difícil de explicar, mas li nunca tacada e não faz nem quinze segundos, dezesseis, e já quero ler outra vez. E leria outra e mais outra.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Vejamos por onde começo... Eu tenho tanto a dizer que ás vezes me perco. Espere, eu sei exatamenteo que dizer. Ok ok, eu não sei.
Caio sabe:
"Seja como for, continuo gostando muito de você - da mesma forma -, você está quase sempre perto de mim, quase sempre presente em memórias, lembranças, histórias que conto às vezes, saudade..."
Ás vezes eu deixo escapar essa saudade, mas isso não deveria acontecer. AGORA JÁ FOI!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
No momento a distância tem sido a vilã, daquelas bem malvadas, interpretadas por atrizes bonitas e de expressão forte, que roubam velhinhos e matam vizinhos.
E eu questiono não sei a quem se a distância tem intensificado, ou se é consequência de uma distância já existente. Que piegas.
Sabe, já perdi contato com várias pessoas, umas eu senti, outras eu não minto, foram tarde, uma ou duas me conformei, afinal eu sei que algumas pessoas ficam em nossas vidas por determinados momentos, mudam pensamentos, intensificam momentos e se vão.
e você deve estar se perguntando: por que diabos ela está falando sobre isso? hoje eu senti um espaço vago tão grande entre ela. e não tem a ver com distância, não moramos tão longe, uma hora, isso em uma velocidade média. Mas mesmo assim é como se eu morasse em São Paulo e ela no Polo Norte, na ponta afastada do norte. E cai uma dor repentina, uma pontada de dor no lado esquerdo do peito. Algo que disfarço com um cigarro.
Posso dizer, tentei me aproximar quando morávamos juntas, e como eu tentei, mas tudo do que falávamos era sobre os episódios das novelas e o preço do açúcar no mercado. Mas eu sentia falta das conversas sobre garotos, sobre a família e um cafuné que só as mães podem dar, com direito a puxão de orelha, afinal, nem tudo é festa. AH, como eu sentia.
Mas veja só, de vez enquando, aquele 'quando mesmo' ligo para saber se está tudo bem e normalmente está, ela sempre diz a mesma coisa: “- está indo”. Eu sei que está. Conversamos rápido, nada que eu possa me apegar e por fim
- Então, tchau. Apareço por ai.
- Apareça.
- Ok, beijo.
- Outro.
E eu afirmo, mesmo estando aqui ou lá a distância é a vilã. Mas falamos disso amanhã. Preciso desligar.
sábado, 5 de setembro de 2009
Esperei que viesse mais cedo, você chegou ás 22:32, agora são 23:48 e você precisa ir ás 00:15 para pegar o último trem. Comecei lhe contando essas coisas porque você perguntou como eu ia e eu vou bem. Porem algumas coisas me aborrecem. Isso é afável, digo, sempre algo nos aborrece, a mim o transito, a falta de decência, a hipocrisia, filas, meus pais, perdas, saudades. Bem, todos esses aborrecimentos poderiam formar uma história, e eu lhe contaria alguns exemplos, mas convenhamos, que coisa mais chata.
Você deve ter notado que troquei as cortinas brancas, que já estavam amarelas, por esses vermelhas. Afinal eu gosto de vermelho e acho que fica bem em qual quer que seja o canto. Até neste cômodo sem graça. Algumas coisas não mudam, incluindo meu quadro da Audrey Hepburn, meus livros mal colocados na estante, todos os cinzeiros que roubei nos barzinhos da vida.
Mas você comentou no começo dessa conversa que tinha algo para dizer. Não me diga se for tragédia. Já foi o dia que tive emocional para isso. Lembra quando aquele colega dos tempos de colégio morreu? Eu não tinha mais contato, mas chorei ao ver os outros chorarem. Me doeu o peso da perda. Não sei lidar com perdas, eu nunca soube. Perdi uns selos e ainda não me conformei com isso. Mas não me deixe dispersar, você sabe que eu falo dos tempos da Grande Guerra no Japão se você comentar da sua vizinha japa.
Fale rápido, você só tem 5 min ou perderá o trem.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Sabe, me bateu um gosto de saudade na boca, um sabor meio adocicado, meio amargo, uma secura por entre os lábios, uma falta. As mãos ocupadas de sacolas e aquele vazio no canto esquerdo da língua. Lembrei que esqueci de comprar café e alguns selos para lhe escrever. Lembrei daquilo, de tudo isso, em 12 segundos de elevador.
(Minhas manhãs de insônia ás vezes bem aproveitadas)
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Diagnosticada essa saudade: Eu só percebi que era saudade quando peguei o celular e mandei uma mensagem, que mais parecia um salto de impulsividade.
E sabe de uma coisa, Caio sempre sabe o que dizer.
"Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e, se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende?"
. Caio F. in 'O Ovo Apunhalado' .
domingo, 16 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Caio disse:
"Dá um certo trabalho decodificar todas as emoções contraditórias, confusas, somá-las, diminuí-las e tirar essa síntese numa palavra só, esta: gosto."
Eu não digo mais nada!
segunda-feira, 27 de julho de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
'Segredos de liquidificador'
"Pra que mentir, fingir que perdoou,
tentar ficar amigos sem rancor? Emoçao acabou,
que coinscindência é o amor. Nossa música nunca mais tocou.
Pra que tentar de tanta educação?
Pra destilar terceiras intenções, despediçando o meu mel,
Devargazinho, flor em flor, entre meus inimigos, beija-flor."
Ás vezes eu acho bom você não ler meu blog.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Pois bem, eu nunca sei como começo essas coisas.
Alguém disse o suficiente para intrigar-me. O bastante para criar uma vontade de escrever. Enfim.
"Legal eu ter lembrado de voltar a te ler.Foi como achar um livro novo jogado ao mofo...Gosto de nunca poder dizer que sei o enredo."
Caio disse: "A vida é agora. APRENDE!"
Faz algum tempo que não nos vemos. Como está? Estou bem. Alguém me disse que estamos tão acostumados a dizer 'estou bem' que nem sabemos o verdadeiro sentido. Bem, ela estava certa, mas isso não vem ao caso. Tive noticias suas esses dias e isso fez com que eu quisesse lhe falar, veja só. Como eu dizia, me disseram que você não pretende voltar. É verdade?
Confesso que me assustei quando não recebi mais suas cartas, mas entendi seus motivos. As últimas foram tão vazias que eu até preferi assim. Bem, como se as minhas fossem livros, estavam tão sem cor quanto as suas.
Bem, tenho tantas coisas para contar e tantas coisas pra saber, suponho, que nem sei por onde começar. Como está o tempo por ai? Aqui mudou repentinamente, vi na tevê que vai continuar chuvoso até domingo. Ainda desenha? Ainda faz planos sobre conhecer a Argentina? Ainda lê Caio Fernando? Ainda sente saudade? Desculpe, eu precisava fazer exatamente essas quatro perguntas, preciso saber se você ainda é aquele mesmo cara que partiu em uma sexta-feira de trânsito. Bem, eu deixei muitas vezes de escrever, saber o que penso nem sempre é bom, ainda tenho planos de conhecer a Inglaterra, espero que daqui alguns anos, não mais que quatro. Sim, leio Caio como sempre, ás vezes só ele me entende, e pra fugir um pouco Fernando Pessoa. Saudade? Eu sinto tanta saudade das nossas conversas sobre o tempo e minha vontade de calar aquele papo tão sem nexo. Não ria (eu tenho certeza que você riu).
Eu vou entender se não responder, mas se assim decidir mande-me um cartão portal de Belo Horizonte, muito simpática essa cidade. Outra coisa... Caio disse: "Venha quando quiser, ligue, chame, escreva - tem espaço na casa e no coração, só não se perca de mim".
Tenho que ir, alguém está batendo. Cuide-se.
Ps.: Precisei de três cigarros para escrever esta carta. Já sei, já sei, preciso parar de fumar.
terça-feira, 2 de junho de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
Sabe, eu hoje estive desligada do mundo, da dor no Paquistão e a criação de dor na Corréia e outros tantos acontecimentos pelo mundo tão chocantes quanto. Algusn tão perto que se fazem esquecidos. Dei pela falta de solidariedade entre um todo. Também pela falta de fé, que surge em mim e em você tão atenta e ligeira que não se nota presente.
AHHH. Passa pro próximo texto!
"[...]
Deus, põe teu olho amoroso sobre todos que já tiveram um amor, e de alguma forma insana esperam a volta dele: que os telefones toquem, que as cartas finalmente cheguem. Derrama teu olho amável sobre as criancinhas demônias criadas em edifícios, brincando aos berros em playgrounds de cimento. Ilumina o cotidiano dos funcionários públicos ou daqueles que, como funcionários públicos, cruzam-se em corredores sem ao menos se verem – nesses lugares onde um outro ser humano vai-se tornando aos poucos tão humano quanto uma mesa. [...]"
Caio Fernando
ps.: Um conselho: Leia o texto todo. 'Estado de São Paulo 24/09/86
Enfatizando uma coisa: Estou enjoada da hipocrizia humana. Apreendi a ter esperança nas pessoas e não deixar que os outros a percam, mas sabe de uma coisa, eu quase a perdi. Resolvi acorrentá-la a meu pulso. Só assim eu sei que ela vai ficar onde está!
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Eu bem que queria entender o motivo de tanta confusão se é tão simples um de nós chegar e dizer. Dizer. E tudo seria mais fácil se você parassede se fingir de durão. E sim, confesso, se eu parasse de fazer tantas perguntas. Eu entro com o 'oi' e você com o 'tudo bem'.
quinta-feira, 30 de abril de 2009

sábado, 25 de abril de 2009

- QUEIME DEPOIS DE LER
Não nos falamos há um bom tempo, espero que não se incomode de eu ter escrito essa carta. Na verdade não é bem uma carta, mas sim um lembrete de saudades e manias que só envolvem você!
Espero que esteja bem. Da última vez que nos vimos lhe achei mais magro, de olhos apagados, talvez sem toda aquela esperança nas pessoas. É, eu também não sou mais a mesma, mudei o corte de cabelo, o humor, talvez tenha deixado uma boa parte de mim em você.
Novidades, tem novidades? Eu... bem, conheci aquela cidade que me disse no interior, li o livro que recomendou (triste), conheci alguns caras, descobri que devemos INTENSIFICAR MOMENTOS!
Quer saber, acho melhor parar por aqui. Já está tarde e eu sei que esse bilhete não sairá da última folha do caderno. Eu sei que você me entende. Entende? Não responda!
sábado, 18 de abril de 2009
- Fui passear e nem me avisei;
Essa noite não saí (embora fosse algo que pensei o dia todo), estou sem um companheiro de histórias e isso está me enlouquecendo (FATO) e sim, estou sentindo falta de 'mim' (como se tivesse ficado em casa, em meu antigo quarto).
Eu sei que esse vazio que sinto é o mesmo que sentia, só mudou de cor, já aceitei que falta dele eu sempre vou sentir ♥ e que o mundo não segue a mesma linha de pensamento que eu! Conclusão: Ame as pessoas exatamente como são, escute a si mesmo, não esqueça uma parte de si quando mudar (não quis perder a piada), resolva-se, NÃO DEIXAE DE SONHAR!
Sei que boa parte de mim ficou em VGP, mas eu não deixaria , ao todo, minha melhor parte para trás). 'Então não se preocupe', digo à mim mesma, aos poucos tudo volta ao seu lugar!
Isso é tão pessoal que não sei se deveria estar aqui. Bem, agora já foi.
Trilha: Ben Harper;
terça-feira, 14 de abril de 2009
Acordei com uma vontade de ... bem, uma vontade sem nome.
Uma imagens expressa mais de mil palavras (e mais do que mil pensamentos embaralhados)
terça-feira, 7 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009

- Quarta-feira de manhã, música alta e uma vontade louca de dançar;
Escute,
eu sei que passei tempo demais longe,
fui sem despedidas (sei que você as odeia, aprendi a odia-las com você),
não deixei explicações e isso por si só já explica muita coisa,
levei comigo sua coleção de cartões e dois botões que se soltaram de sua camisa branca.
Não telefonei, mas tentei. Isso eu posso lhe dizer, tentei lhe telefonar tantas, mas tantas vezes
que por um tempo me senti intimo do orelhão,
escrevi bilhetes em guardanapos de lanchonetes (é, eu sei que isso parece cena de filme), ocultei minha saudade, comprei o jornal constantemente (cada um distrai os pensamentos como pode), desenhei com a luz lugares que você adoraria conhecer.
Aprendi que um momento nunca é igual ao outro, por isso mesmo não se deve deixar nada para depois, pois depois não será da mesma forma, compreendi porque você me dava broncas e me pedia para não ser tão ingênua, o mundo está cheio de pessoas ruins, mas o melhor eu ainda não te contei... descobri que em cada canto do mundo existe uma pessoa de bom coração. Descobri
um punhado de coisas e posso lhe contar tudo acompanhado de uma xícara de café e um cigarro.
É, eu sei, preciso parar de fumar!
segunda-feira, 23 de março de 2009

Não me pergunte de onde vem,
eu mesma não sei,
mas preste atenção, aproveite de um segundo em segundo,
cuide de sua alma e a banhe uma vez por mês na chuva,
desenhe um momento com a luz e o guarde no peito, risque um pensamento e o divida com alguém, distribua olhares como quem não quer nada...
Dê asas ao pensamento e solte-o ao vento.
E se por acaso se perguntar porque estou dizendo tudo isso, bem... eu mesma não sei.
sábado, 7 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009

00:23
Notasse na ponta de cada palavra uma distração que destila 'saudade', aquela saudade definitivamente escondida, metida a lembranças. Ele fala dela com os olhos baixos e um sorriso apertado no canto dos lábios, eu o fito de lado, curiosa por suas descrições embaralhadas.
Não há motivos para está descrição. Tudo bem, eu estou mentindo, mas sinceramente não me vem outras descrições. Está bem, mentira, e você é bom nisso. O motivo é vontade (é. V-O-N-T-A-D-E). Sobre a vontadeS falamos em outra ocasião. E de quem alimenta de olhares minha vontade... bem, dele tenho certeza que falarei.
Um conselho: Não acredite em tudo que lê.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Oioi.
Já sinto saudade.
Me lembrei no meio do caminho de volta que você não estaria em casa,
pensei em ligar. Mas não pense que tenho algo importante para dizer,
emocionante talvez,
quer dizer, uma gota de arrepio no fim de cada palavra. Eu sei, eu sei. Estou de olhos moldados e escondidos agora.
E como comentário de esquina eu lhe conto um detalhe,
melhor, um fragmento de detalhe, exposto e ao mesmo tempo fugindo de minha razão. Ai como foge de minha razão. Pois bem, de olhos cumpridos e distraídos dispersa e envolvida a um sussurro invadindo meus cabelos secos e estáticos.
É, eu sei, novamente eu sei o que pensou.
Sobre o que pensou eu não me refiro. Motivo: qualquer motivo.
Como último comentário: comentário algum. Esses dias tem me faltado inspiração para boas palavras. Ou tempo para pensá-las. De qualquer e outra forma eu lhe telefono.